segunda-feira, agosto 29, 2005

DS vs. PSP

É...é isso mesmoo que vocês estão vendo, agora o Hellness tem a aparência do Google.

NOVO JOGO: Pikmin 2
E-BOOK: Khalong Kael: Prologue


-- Minha compra é certa. Entretanto, qual o melhor videogame portátil na sua opinião, Balus?
-- Estranho você perguntar sobre esse assunto, uma vez que nunca falamos sobre videogames e nem pensava falar tão cedo. O fato é: se você quer um videogame, a escolha certa é o Nintendo DS. Mas se você se diverte mais escutando músicas ou vendo filmes, é possível que o PSP te satisfaça.
-- Não, na verdade o que eu quero mesmo é um videogame. Afinal de contas, o PSP, pra jogos, é uma bosta.
-- Realmente o PSP como videogame portátil é uma decepção. E não por não ter capacidade de rodar jogos incríveis, mas sim por falta de competência das softhouses em transportar títulos do PS2 que é um console para PSP que é um portátil (em que os jogos devem ter características que ajudem no "jogo descontinuado"). Outro fator a ser destacado é a baixa duração das baterias. Lamentável.
-- Sim. Mas então porque ele vende tão bem nos EUA?
-- Continuando a linha de raciocínio, o PSP não vende bem como videogame, mas sim como player portátil. As vendas apenas se complementam. Esse tipo de estratégia funcionou bem para a Sony com o PlayStation 2 e ela espera conseguir o mesmo com o PSP. É uma pena que as atitudes da mesma só ajudam o mercado de games a se diluir em meio ao dos eletroeletrônicos.
-- Concordo plenamente. O que explica em muito a saudade da era SNES em que a Nintendo reunia esforços apenas para criar games bons e não eletroetrônicos multifunções.
-- Só um conselho: ignore tudo o que Ken Kutaragi disser sobre o "poder" do PlayStation 3 antes de ele ser amplamente mostrado. Você pode acabar se iludindo.
-- Valeu, Balus! Até mais!

segunda-feira, agosto 22, 2005

Exaustão

NOVO JOGO: Kingdom Hearts
NOVO JOGO: Animal Crossing
NOVO JOGO: Final Fantasy X International

-- Proten, o que pode causar o ódio?
-- Basicamente, o ódio é causado pelo acumulo de frustrações ou contrariedades. Por outro lado, alguém pode sentir ódio por não se sentir à vontade com o ambiente ou com a compania de outras pessoas.
-- E o ódio causado pelo cansaço?
-- Isso não é ódio, é exaustão, é esgotamento.
-- É, pra falar a verdade não é bem um ódio, é uma insatisfação.
-- E você está insatisfeito com que?
-- Com o modo que sou tratado por alguém que amo.
-- Isso é complicado. Mas tem certeza que é você está sendo prejudicado?
-- Tenho muito medo de estar sendo injusto. Já ignorei essa insatisfação, achando que eu estava sendo egoísta, mas não. Agora tenho certeza que não sou completamente correspondido em se tratando de carinho, ou melhor, de atenção, sei lá...
-- Pense bem no que vai fazer.
-- Na verdade já fiz, só estou com medo da reação.
-- Agora o jeito é esperar. Mudando de assunto, continue investindo nessa sua intenção de mudar seus horários em prol da sua saúde, você não se arrependerá se for capaz de cumprí-los.
-- Obrigado.

domingo, agosto 07, 2005

Interior

LIVRO: Ramsés - A Batalha de Kadesh
PROJETO: Khalong Kael

Muito do que antes era constante, agora é variável.

A necessidade de mudanças já está incomodando...e porque essa necessidade? Talvez porque a rotina esteja deixando de me beneficiar, mesmo que meu trabalho sempre me faça aprender algo. Queria mais tempo e principalmente mais disposição pra fazer tudo que tenho vontade.

2006 é uma incógnita pra mim.

sábado, agosto 06, 2005

Recol

Recollium > Recol = Recuperação

-- E aí, tudo bem? -- disse Recol ao declarar-se presente.
-- Tudo bem. Ou melhor, nem tudo está bem. Eu tenho essa mania de dizer sempre que está tudo bem, mesmo quando não está, mas acho que ninguém tem nada a ver com meus problemas mesmo...
-- Engana-se. As pessoas chamadas "Amigos" sempre tem à ver com seus problemas, mesmo quando não lhe dizem respeito.
-- Tá. Mas e eu tenho amigos de verdade?
-- Você sabe que tem. Já até pensou em um nome antes de eu responder.
-- Hehehehe...é verdade. Mas, porque eu sou tão insatisfeito com minhas amizades então?
-- Você não é. Apenas existem momentos em que a gente olha para as pessoas de forma a vê-las inferiores, mas por outro lado há momentos em que você se sente extremamente inferior à elas. Você lamenta por não ter tantos amigos, mas na realidade tem. Já parou pra imaginar quantas pessoas te comprimentam na rua e que você nem lembra o nome direito? Você sabe quando esta pessoa quer ser sua amiga, só que é fechado demais.
-- É, mas só de a pessoa me comprimentar na rua, não quer dizer que ela queira ou que ela se considere minha amiga.
-- Sim, mas como eu disse: você sabe quando uma pessoa quer ser sua amiga. Dê uma chance à elas.

sexta-feira, agosto 05, 2005

Balus

-- Olá -- susurra Balus, após declarar-se presente através de um procedimento demasiado longo -- vejo que chegou a hora.
-- Penso que sim -- afirmo, inseguro.
-- Eu poderia dizer que já passou da hora. Talvez você precise de muito aconselhamento até tornar-se alguém imponente, como no seu íntimo você espera.
-- Concordo, mas o que você me propõe fazer?
-- Primeira coisa, que inclusive você já devia ter aprendido, embora faça muitas vezes: não se exponha demais.
-- Sim, eu faço isso, mas diante de determinadas pessoas é bem mais difícil.
-- Lembre-se que você está no mesmo nível que qualquer pessoa, o de humano. Aqueles que lhe causam constrangimento, medo ou receio são aqueles que melhor conseguem ocultar suas fraquezas.
-- Faz sentido, mas, no final [da vida], tudo isso não passa a ser um disperdício?
-- Não se você souber aproveitá-la [através de tudo isso].
-- E você tem fraquezas?
-- Com certeza, como tudo mundo, mas...pra que expô-las se praticamente ninguém pode "resolvê-las"?
-- É uma boa afirmação.
-- Hoje em dia, o mundo é construido por afirmações, bem ou mal-sucedidas. Essa "sucessão" é que faz a diferença, é o que pode poupar a pessoa de lutas inúteis.
...

segunda-feira, agosto 01, 2005

Protenido

  • Protenido > Proten = Força

-- Imagina que nossa ajuda seria indispensável neste momento? -- disse Proten ao declarar-se presente.
-- Acho que sim... -- respondi lentamente -- estou errado?
-- Certamente que não. Sempre estivemos presentes, apenas nunca chegamos a esse nível de contato.
-- Ah sim, mas pelo jeito que você se expressa, parece que não te agrada a idéia.
-- Está enganado, até porque nós fazemos parte de você, não se lembra?
-- Sim...talvez não me agrade entrar em contato com certas "partes" de mim, saca?
-- Eu sei, isso é normal. Mas diga-me, o que lhe incomoda tanto ultimamente?
-- Ah, é difícil responder, talvez a perspectiva embassada de futuro, talvez essa velocidade em que o tempo passa, talvez as dúvidas que permanecem em minha cabeça, os medos, as incertezas e até as próprias certezas.
-- Nunca foi fácil permanecer vivo em sociedade e você não é exceção, apesar de muitas vezes pensar que é. É uma fase difícil para todos.
-- E o que eu devo fazer?
-- Pense que enquanto você não puder fazer algo por si próprio, ninguém o fara, nem nós.
-- O pior é que eu sempre soube disso.
-- Todos temos força e capacidade para fazermos coisas incríveis, mas nem tudo depende da força ou da capacidade.
-- Seja um pouco mais claro.
-- Você descobrirá tudo o que precisa descobrir -- afirmava pensativo --, à seu tempo.
-- Tudo bem, concordo. Mas nós não vamos falar apenas de mim, quero comentar com você tudo o que acontece a minha volta.
-- Sim, faremos isso. O que ocupa sua mente neste momento?
-- Estava pensando -- fiz uma pequena pausa para elaborar minha idéia --, sobre a Crise Política que foi iniciada pela Corrupção nos Correios: provavelmente não tenho noção de boa parte do que está acontecendo, mas você consegue ver uma solução para a corrupção em geral?
-- Já parou pra pensar que ninguém nasce corrupto? Existiu um início para o "mal moral", e nele está a solução. É pouco provavel que, nesse momento, isso se resolva com qualquer iniciativa tomada, mas muito pode ser feito para reduzir este mal.
-- Hehehe..interessante como você me conduz à resposta. Valeu!
-- É apropriado interropermos a nossa conversa agora, senão seu Hellness ficará com posts muito longos. Lembre-se que você ainda tem que conhecer os outros. Depois nos falamos.
-- Me lembrarei. Até mais!